Em Ludus, Ale Ruaro revisita o gênero da paisagem, unindo a tradição das vistas topográficas à observação dos territórios transformados pelo homem. Suas imagens, entre o real e o ficcional, revelam uma paisagem em suspensão — espaço de passagem e ruína, onde o tempo se manifesta mais que a forma. Inspirado por referências como New Topographics, o artista desloca o olhar do espectador para dentro da própria paisagem, tornando-o parte de um cenário em constante transição.













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