Em ‘Meu corpo e outras ofensas’ toda palavra escrita pesquisa o comportamento dos homens frente ao dito feminino, presenciado desde os primeiros passos de quem nasceu menina, de quem cresceu mulher, de quem ainda será. Cada história e pensamento são, de certa forma, verdadeiros: nos poemas jazem a mãe, avós, namoradas, a ex-mulher do pai, a tia da cantina, a senhora que um dia viu no trem. No entanto, “não tenho a pretensão de acreditar que minha própria vivência não tenha enviesado a escrita”, diz a autora. “Alguns falatórios eu certamente inventei.”.





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