O fotolivro Meu pai morreu três vezes surge da colaboração póstuma entre um morto e uma viva. Em um terreno cheio de ambiguidades, Clara Simas fabula o seu processo de lida com a perda e a presença reminiscente de Caveirinha — jornalista, figura iconoclasta e ator amador do Cinema Marginal na Bahia e do Ciclo de Super-8 em Pernambuco —, seu pai ausente.
Entre o documental e o fictício, esta narrativa desvela faces desse personagem através de diferentes fontes de imagem, enquanto aborda o luto e a elaboração diante da sistemática ausência de figuras paternas na trajetória de sujeitos.












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