Qual teu deus? Vago por uma cidade repleta de fé, ao encontro da minha. Nada, Vazio. Talvez essa seja minha fé. No hipernormal. Da dor, da fome e da morte, o Nada parece ser uma fé útil. Ferramenta, pelo menos em um mundo cheio delas. Opaco. A fé no vazio.
Caique de Deus
Caique de Deus. Maio de 1994, Belém Pará. Filho caçula de Rosa Carmen Moreira da Silva, Professora educadora.
Autodidata, e inquieto. Formou-se gente nas mediações dos Bairros de São Brás, Canudos e Terra Firme. Lugares que tiveram grande influencia nas suas produções artística visual. Onde atualmente são construídos seus repertórios no Imaginário Urbano e Caótico da Amazônia.
Do futebol na piçarra vermelha, nas ruas do conjunto Flora amazônica. Aos batuque e sessões de skate, no Mercado de São Brás. Testemunha e documenta, cria enredos histórias e delírios, na cidade histórica arruinada de Belém.
Fala, pensa e vive com seus conterrâneos. Rodeados pela Selva, e pelas águas doces. Largados, e vivendo de costas pro Rio.
Sua produção permeia temas relacionados aos signos urbanos. Identidade, fé, regionalidade e sincretismo, geopolítica amazônica, cultura e identidade.
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