Este trabalho documenta a jornada solo de 2007 do autor ao Aconcágua (6.962 m), o pico mais alto das Américas. No ar rarefeito, sob uma luz penetrante e sob os ventos implacáveis daquele ambiente extremo, ele se viu atraído não apenas pela paisagem física da montanha, mas também pelos “lugares interiores” que estão além de suas cristas: os momentos de encarar a si mesmo enquanto se luta para alcançar o topo.
Após a expedição, os negativos originais foram perdidos, e restaram apenas as ampliações, encontradas quinze anos depois em uma caixa. Essas imagens, outrora esquecidas, ressurgiram e tornaram-se a essência deste pequeno livro.







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