Um livro fotográfico que convida a experienciar a Amazônia e seus mistérios a partir do olhar da artista Sitah, fruto de mais de uma década de convivência com os povos originários, especialmente o universo feminino. A obra propõe um mergulho sensorial na floresta por meio das imagens, reunindo ensinamentos de lideranças indígenas como Watatakalu Yawalapiti e Dona Francisquinha Shawãdawa. As fotografias revelam a Terra como um organismo vivo e nos reconectam à percepção de que somos parte dela
Sitah
Artista visual e fotógrafa paulistana que se dedica ao estudo das imagens e seus símbolos desde 2001. Formada em Jornalismo com especialização em Antropologia Visual pela Universidade de Barcelona, Sitah utiliza a fotografia como ponto de partida para amplificar a voz dos rios, das montanhas, da floresta e dos povos originários, com o propósito de sensibilizar para um urgente resgate de reconexão com a natureza. Suas imagens são um convite para nos conectarmos com nossos próprios sentidos e ampliarmos a nossa percepção da natureza, permitindo transpor as barreiras das superfícies. Um mergulho nas profundezas da Terra e na busca dos segredos da natureza e de seus povos. A artista tem a Amazônia como foco de pesquisa há mais de 15 anos, e se dedica a estudar o universo feminino dos povos originários da floresta. Rituais ancestrais, sabedorias milenares, e a maneira de viver das mulheres indígenas e ribeirinhas têm sido sua principal fonte de estudos. Desde 2018, Sitah integra o movimento de mulheres indígenas do Xingu e acompanha de perto as iniciativas e articulações políticas movidas por essas mulheres dentro e fora de suas aldeias.
Realizou exposições individuais em importantes instituições, como Sesc (2016), Casa Firjan – RJ (2019), Unibes Cultural (2019), Centro Cultural SP (2021), SP Arte (2023), entre outros espaços e galerias. A artista explora outras plataformas para além da fotografia, como os projetos que desenvolveu de intervenção urbana em algumas edições da Virada Sustentável (2019, 2020, 2021 e 2022). Participou de diversas exposições coletivas, incluindo Xingu Contatos, no Instituto Moreira Salles – SP (2023), com o ensaio Mulheres do Xingu, em que a artista fotografou e publicou pela primeira vez as mulheres em posição de liderança. Esse ensaio é considerado um marco para as mulheres indígenas do Xingu, pois colabora para mudar a maneira como o mundo se relaciona com a imagem da mulher indígena.
Conheça os títulos de Instituto Olga Kos disponíveis na Lovely House.




Não há avaliações ainda.