A publicação é um diário visual fragmentado onde ska batista acumula imagens como se acumulam memórias — sem ordem, sem hierarquia, com a lógica própria do desejo. Performances, errâncias urbanas, cenas domésticas, gestos que resistem à definição: tudo coexiste num espaço onde a identidade recusa ser fixada. fred é queer não apenas no que mostra, mas na forma como olha — com a mesma atenção ao corpo que se oferece e ao corpo que se esquiva, ao íntimo que se expõe e ao que permanece na sombra. Um retrato aberto, onde a vulnerabilidade torna-se poder.
Ska Batista
É acumuladora de imagens, sua prática desenvolve-se entre a fotografia, o vídeo e a iluminação cénica, com foco na investigação da performatividade do fazer e dos processos de não-imagem. Atualmente pesquisa a partir da recusa da lógica da eficácia e do instantâneo. Integra a plataforma matéria leve, projeto de pesquisa e formação em iluminação coordenado por Letícia Skrycky.
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