Laissez-Passer é um termo em francês utilizado na emissão de um documento que literalmente significa deixar-passar. Este documento é expedido para cidadãos que se tornaram apátridas (ou seja sem passaporte, sem nacionalidade). O trabalho tem este nome por se tratar deste direito de ir vir, de estabelecer fronteiras e e a convergência entre a noção de território, sua consequente sensação de pertencimento e a idéia de casa.
Débora Mazloum
Artista plástica, natural do Rio de Janeiro, depois de 6 anos em Braualmente vive e trabalha em São Paulo. Mestra em Processos Artísticos Conte Artista plástica, natural do Rio de Janeiro, depois de 6 anos em Brasilia, atualmente vive e trabalha em São Paulo. Mestra em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ em 2016 é formada em Cenografia pela UFRJ e em Cinema. Em sua pesquisa transdisciplinar, busca elaborar diálogos históricos entre tempos diversos, desenvolvendo relações que tangeciam arte e a ciência. Dessa forma reflete sobre a possibilidade de uma antropologia especulativa da natureza, ao ficcionalizar paisagens, objetos e histórias dialogando com o questionamento acerca do real. Débora ganhou o prêmio Branco de Mello em 2023 para realização da exposição individual “Outros viajantes” em Belém do Pará, além da premiação para publicação do fotolivro Laissez – Passer em 2022. Participou de diversas exposições coletivas entre as principais, 20º Panoramas do Sul Festival Sesc_Videobrasil, coletiva Rumor na Caixa Cultural de Brasilia, Salão Anapolino e o 50º Salão de Santo André e Jardim Atlântico no Paço Imperial do Rio de Janeiro e em Coimbra. Entre as residências, participou do LabVerde na Amazônia e do projeto Plantabaixa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e do projeto Ocupação no Hremes Artes Visuais aonde mantém seu ateliê até o momento. Em 2024 ministrou o curso sobre: “A construção do espaço instalativo” no Espaço República em São Paulo.
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