Mama Coca examina a proibição da coca, planta que faz parte do patrimônio das comunidades nativas da América do Sul há milhares de anos. Ao desmontar a linguagem dupla da proibição e da exploração econômica, denuncia uma forma de colonialismo que busca se apropriar desse legado indígena.
A obra se configura como uma investigação visual de fotografias, arquivos e textos, em desenvolvimento junto a Sergio Valenzuela-Escobedo, que participa como pesquisador e visualizador do projeto, multiplicando vozes e questionamentos sobre as representações.




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