Entre cacos espalhados pelas calçadas, caminhos subterrâneos escuros e a música estrondosa que reverbera nos contornos daquilo que reconhecemos como nosso próprio casco. O sobe e desce pela escadaria sem fim de uma existência que vaga em busca de seus fragmentos, do fogo que queima os papéis revirados no chão, do desconhecido que abaixa a cabeça e recusa encontrar o olhar, do percurso em câmera lenta do trem que carrega em si a névoa de suas memórias embaralhadas. E a árvore adormecida vista pela fresta da janela não compartilha o segredo de que um dia irá florescer.












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